quinta-feira, dezembro 23, 2004

Graças a Deus Natal é só uma vez por ano

Agora realiza, seu Saraiva:
Centro da cidade, dia 23 de dezembro, 4 presentes pra comprar na hora do almoço. E chove. Chove pra pênis. Tolerância zero.

Claro que eu tava sem guarda chuva, óbvio. E aquele monte de infelizes de guarda chuva debaixo das poucas marquises. Odeio gente que anda de guarda achuva aberto debaixo da marquise. Ainda por cima porque o guarda chuva pinga na gente. E além de pingar, aquela gente com cara de aparição da virgem maria (sabe aquele povo que anda sem pressa olhando tudo à volta, como se estivesse vendo aparição?) que não anda. Aliás, também odeio gente sem pressa.

Dentro das lojas é quase um rodeio laçar um vendedor. Aliás, tem lojas que nem precisava de vendedor, o corno só aparece ali pra tirar a nota e levar sua comissão, pq não faz nada mesmo.

E ainda ouço gracinha do vendedor de guarda chuva na rua. Que diz pra comprar a porra do guarda chuva pro cabelo não encolher. Como assim, Bial? Com a minha escova progressiva de última geração meus cabelos estão mais lisos que os da índia Potira. Só eu mesma pra ser sacaneada por um camelô.

Voltando às pessoas com guarda-chuvas, tive uma idéia brilhante: os guarda chuvas devia ter placas. É, aí as pessoas frequentariam uma guarda-chuva escola, e teriam uma carteira, pra assegurar a seguranças dos olhos dos outros. E quem cometesse uma infração seria multado. Acho que vou dar essa idéia pra prefeitura ou pro estado. Pra aumentar a arrecadação. O ladrão da vez ia gostar.