quinta-feira, janeiro 29, 2004

E como ninguém é de ferro...

Hoje tem choppinho. A dúvida é se será um choppinho leve no Amarelinho ou algo mais hard no tal "pub irlandês" da Lapa (quero só ver a cara da parada)...

Ópera

O pessoal comprou ingresos pra assistir à Ópera do Malandro, no Carlos Gomes (aqui pertinho!). Vão 20 genéricos do BNDES juntos. Acho que vai ser bem divertido! Andava louca pra ver esse musical. Agora não tem mais tido grandes filas, e conseguimos ingressos já pra quinta feira que vem. Good!

So so...

Hoje almocei com as meninas da faculdade... Na verdade, só com 3 (a Lí, que está uma grávida muito fofa!, a Flavinha e a Flei). Acabamos no The Bakers, aqui na Rua do Ouvidor, que eu não conhecia (e devia continuar não conhecendo, pq é bom demais!).


Foi muito bom colocar as fofocas em dia. Mas de repente me caiu uma ficha (já com um bom tempo de atraso!) e comecei a me sentir uma idiota completa. Essa parte não foi nada boa...
Estou meio aflita com as burradas que andei fazendo.

quarta-feira, janeiro 28, 2004

Sábia observação

Como disse a Bia ontem, música da Ana Carolina é depressiva. É. Eu senti isso tb. Na pele.

Participações

A Ana Carolina e a bateria da Mangueira (me diz se não é perseguição???!!!) fizeram participação especial.
Devo confessar que eu quis chorar quando ela cantou "Quem de nós dois".
Eu e você
Não é assim tão complicado
Não é difícil perceber
Quem de nós dois
Vai dizer que é impossível
O amor acontecer
Se eu disser que já nem sinto nada
Que a estrada sem você é mais segura
Eu sei você vai rir da minha cara

Eu já conheço o teu sorriso, leio teu olhar
Teu sorriso é só disfarce
E eu já nem preciso
Sinto dizer
Que amo mesmo, tá ruim pra disfarçar
Entre nós dois
Não cabe mais nenhum segredo
Além do que já combinamos
No vão das coisas que a gente disse
Não cabe mais sermos somente amigos
E quando eu falo que eu já nem quero
A frase fica pelo avesso
Meio na contra-mão

E quando finjo que esqueço
Eu não esqueci nada

E cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais
E te perder de vista assim é ruim demais
E é por isso que atravesso o teu futuro
E faço das lembranças um lugar seguro
Não é que eu queira reviver nenhum passado
Nem revirar um sentimento revirado
Mas toda vez que eu procuro uma saída
Acabo entrando sem querer na tua vida


Eu procurei qualquer desculpa pra não te encarar
Pra não dizer de novo e sempre a mesma coisa
Falar só por falar
Que eu já não tô nem aí pra essa conversa
Que a história de nós dois não me interessa
Se eu tento esconder meias verdades
Você conhece o meu sorriso
Leu no meu olhar
Meu sorriso é só disfarce
Por que eu já nem preciso

SHOW!

Ontem fui ao show da Margareth Menezes no Canecão (na verdade, o ensaoi do bloco dos mascarados). Nossa, é muito bom, pulei horrores e estou com as pernas doendo hoje (ok, pode ser também efeito da academia de ontem). Nunca imaginei que fosse gostar daquilo, mas realmente a mulher tem uma energia sinistra no palco. E as músicas dela são realmente bem melhores que a média das baianas. Fora os clássicos como "Baile dos Mascarados", "Frevo", "O que é, o que é?", etc...

Foi bem legal, depois ainda deu pra saber as novidades do meu amigo Soneca. :o) Muuuuuitas fofocas do mundo alternativo.

segunda-feira, janeiro 26, 2004

Niver da Maguinha

Noves fora, o niver da Maguinha foi show de bola. Adoro ela, e gosto demais de todo mundo que tava lá. Estava de bom humor, o dia foi legal, deu pra pegar uma corzinha, estava me sentindo ótima. Na verdade não me senti mal, só... Ah, eu ainda queria tentar. Mea culpa, mea maxima culpa, eu tb fiz muita coisa q eu nao devia. Vendo um pouco mais de fora, parece que estou enxergando melhor. Quero conversar com ele. Tem coisas que eu preciso dizer. Eu ainda quero tentar. Pode não ser agora, mas eu quero.

Não posso simplesmente deixar passar. Ok, estou muito melhor do que eu imaginava que ficaria. Mas ainda pior do que eu gostaria. Eu preciso pelo menos falar isso. Que eu percebi o qto fui boba infantil e chata.

:'o(

Não vejo mais você faz tanto tempo
Que vontade que eu sinto
De olhar em seus olhos, ganhar seus abraços
É verdade, eu não minto

E nesse desespero em que me vejo
Já cheguei a tal ponto
De me trocar diversas vezes por você
Só pra ver se te encontro

Você bem que podia perdoar
E só mais uma vez me aceitar
Prometo agora vou fazer por onde nunca mais perdê-lo

Agora, que faço eu da vida sem você?
Você não me ensinou a te esquecer
Você só me ensinou a te querer
E te querendo eu vou tentando te encontrar
Vou me perdendo
Buscando em outros braços seus abraços
Perdido no vazio de outros passos
Do abismo em que você se retirou
E me atirou e me deixou aqui sozinho

Agora, que faço eu da vida sem você?
Você não me ensinou a te esquecer
Você só me ensinou a te querer
e te querendo eu vou tentando me encontrar

quinta-feira, janeiro 22, 2004

E MAIS!

E ele ainda ficou me devendo uma coisa! Que ele prometeu e não cumpriu! Tá lá, mas ele não cumpriu!

Só sei que estou triste

Ok, minha vida social já está agitada. A mulherada toda está solteira. Já tenho programa pra hoje, pra amanhã e pra sábado. Só vou ficar em casa se eu quiser. Mas o que eu queria mesmo era pipoca na cama, vendo o Telecine, agarrada com o meu (ex) bonitinho. Que estranho. Não sei se vou ter vontade de ir pra night de novo. Minha época de fazer isso passou. E depois, meus porres, minhas noites viradas e minhas doideiras tem muito a cara dele. Como vou fazer isso sem ele?

Voltei

O meu post de retorno deveria ser melhor. Mais alto astral, mais alegre, afinal, mais um ano, mudei de emprego pra um muito melhor... Mas tenho medo de ter perdido definitivamente a coisa que foi mais importante na minha vida durante os 3 últimos anos.

Eu tentei. Oh, God, you know how hard I tried. Mas a coisa foi se esvanecendo. Não sei se fui eu ou ele, ou os dois, eu esse maldito mundo que nao pára de girar. Ele deveria reconhecer os momentos perfeitos e parar. Mas não parou. O Sol e a Lua continuam suas órbitas. E de repente, depois da aproximação máxima, os últimos meses só trouxeram mais distanciamento. A agora parece que a luz do Sol foi eclipsada. E a Lua perde o brilho.

Não sei o que fica e o que vai nessa vida louca. Mas queria que os planetas e os astros e as estrelas continuassem suas órbitas, porque mais cedo ou mais tarde, eles voltam a se encontrar. E voltam a se aproximar. E voltam a brilhar.