Comer até morrer
A Natasha tinha chamado a gente pra comer até morrer no Barra Brasa. Mas, entretanto, contudo, todavia, como eu tenho como lema de vida só gastar meu dinheiro onde eu sou querida e bem tratada (passei da idade de ficar em fila de boate - se tem tanta gente querendo levar meu dinheiro, por que vou gastá-lo em lugares que que eu não sou muito bem tratada?), me recusei a esperar por mais de 1 hora por uma mesa (o lugar estava assustadoramente abarrotado de gente).
Fomos pro Montana Grill, onde definitivamente comemos até morrer. A carne estava maravilhosa, com destaque pro filé com queijo e pra linguicinha calabresa. Só a mussarela que não tava 100%, mas não comprometeu a performance do lugar (mussarela por mussarela, eu já tinha me entupido de mussarela de búfala com tomate seco, o que é muito melhor).
Moral da história: depois de fechar o almoço com um quindão criminoso de tão bom, tomei um chazinho hipócrita com adoçante. Não consegui comer mais nada até hoje.
Fomos pro Montana Grill, onde definitivamente comemos até morrer. A carne estava maravilhosa, com destaque pro filé com queijo e pra linguicinha calabresa. Só a mussarela que não tava 100%, mas não comprometeu a performance do lugar (mussarela por mussarela, eu já tinha me entupido de mussarela de búfala com tomate seco, o que é muito melhor).
Moral da história: depois de fechar o almoço com um quindão criminoso de tão bom, tomei um chazinho hipócrita com adoçante. Não consegui comer mais nada até hoje.


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